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Tecnologia Assistiva:  Festival Reúne Filmes com Temática sobre Deficiência.

 

Tecnologia Assistiva: Trinta e dois filmes de 20 países integram a programação da 8ª edição do “Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência”, que chega ao Rio de Janeiro (de 16 a 28 de agosto), Brasília (5 a 17 de setembro) e São Paulo (20 de setembro a 1º de outubro), nas unidades do Centro Cultural do Banco do Brasil. Além da exibição audiovisual, serão realizados quatro debates com os seguintes temas: A visão e os sentidos da arte; Corpo e movimento; Tecnologia assistiva de ponta; e Amor e relacionamento.

Inéditos, os documentários trazem histórias protagonizadas por pessoas com diversas deficiências, como síndrome de Down, autismo, paralisia cerebral, atrofia muscular espinhal, deficiência física, visual, auditiva e intelectual. Além de produções brasileiras, foram selecionados trabalhos de outros 19 países: Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Austrália, Suíça, Itália, Espanha, Polônia, Bulgária, Finlândia, Espanha, Turquia, Ucrânia, Tailândia, Alemanha, Rússia, Índia, Myanmar e Letônia.

Entre as produções destacam-se “Eu Sou Jeeja”, sobre a indiana Jeeja Ghosh, líder ativista pelos direitos dos que têm paralisia cerebral na Índia; “50 X Rio”, filme italiano que conta a história de Alex Zanardi, ex-campeão de fórmula Indy que se preparou para os Jogos Paralímpicos no Rio de Janeiro e, “Dois Mundos”, obra polonesa que mostra a família de Laura, garota de 12 anos que tem pais surdos.

Realizado a cada dois anos, o festival se mantém como o principal evento que celebra a inclusão cultural no Brasil. Ao primeiro, realizado em 2003, no Rio de Janeiro e em Brasília, seguiram-se edições inéditas em 2005, 2007, 2009, 2011, 2013 e 2015. Desde 2009, São Paulo também abriga o festival. Em 2010 e 2012, foram feitas itinerâncias em outras cidades, como Belo Horizonte, Porto Alegre, Pelotas e Santa Cruz do Sul, ampliando seu alcance e possibilitando que mais pessoas conhecessem o projeto e, através dos filmes, histórias de vida inspiradoras e altamente transformadoras. Comprometido com a promoção de acessibilidade para todos os públicos, o festival oferece audiodescrição em todas as sessões e catálogos em Braille para pessoas com deficiência visual; e legendas LSE nos filmes e interpretação em LIBRAS nos debates para as pessoas com deficiência auditiva. Os portadores de deficiência física também contam com garantia de acessibilidade, uma vez que o Centro Cultural Banco do Brasil tem sua arquitetura concebida para o acesso de pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes.

A lista dos filmes participantes e a programação completa está disponível no site www.assimvivemos.com.br

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Tecnologia Assistiva: Segundo o organizador do concurso, a iniciativa é inédita não só no Brasil, mas em outros países.

Entre entrevistas, ações sociais, ensaios fotográficos e provas de roupas, as 15 candidatas a Miss Cadeirante DF 2017 se preparam para enfrentar a passarela na próxima segunda-feira. Selecionadas há cerca de dois meses, algumas das participantes nem sequer cogitavam seguir a vida de modelo. Hoje, a rotina delas vai além das preocupações com o trabalho, saúde e a família para incluir as demandas do mundo fashion.

Juscileia de Carvalho, 26 anos, é estudante, mãe e, agora, modelo. A jovem, que vai representar o Guará, reconhece que, depois de se tornar uma concorrente no concurso. “Apesar da correria, a parte mais legal desse processo é podermos mostrar que a beleza vai além e que também podemos estar na passarela”, afirma.

Há 11 anos, Juscileia foi parar no hospital com dores muito fortes. Lá, a então adolescente descobriu uma mielite viral. A doença, caracterizada por uma inflamação da coluna espinhal, afetou a coluna da jovem e a fez perder o movimento das pernas. A partir daí, passou a fazer parte do grupo de aproximadamente 2,47 milhões de pessoas deficientes físicas no Brasil, segundo dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Muita gente não sabe lidar com a nossa situação, mas nós fazemos de tudo. A gente também viaja, sai para curtir com os amigos, trabalha. Com esse concurso, então, a minha agenda fica lotada todo dia”, enfatiza.

Iniciativa pioneira

Produtor de eventos e mister Mundial Universo 2011, Ralph Santos é responsável pelo projeto. Ralph diz que a iniciativa é inédita não só no Brasil, mas em outros países. O concurso ocorre ao mesmo tempo em que outras unidades da Federação selecionam os respectivos representantes regionais para a etapa final. Segundo ele, pelo menos três organizações não governamentais (ONGs) internacionais entraram em contato para saber mais a respeito da iniciativa.

Em novembro, todos os 54 candidatos escolhidos — 27 para Miss e 27 para Mister Cadeirante 2017 — se reunirão em Brasília para a disputa nacional. Ralph conta que, até lá, vai abrir uma nova oportunidade para quem tem interesse e perdeu a chance de participar. Os estados que estão sem representantes terão um casal selecionado em um novo processo, realizado no Distrito Federal.

Ralph Santos conta que os requisitos para se inscrever, além de ser cadeirante, são ter entre 18 e 35 anos e ser uma pessoa carismática, com presença de palco e uma história de vida interessante. “Não é necessário apenas ser cadeirante. Como tratamos esse concurso da mesma forma que os demais, os requisitos não podem ser diferentes. Nós fazemos um processo seletivo com a mesma seriedade dos concursos de Miss e Mister nacionais e mundiais”, acrescenta o produtor.

Participe

Como alguns estados não realizaram seletivas regionais, a organização do concurso realizará nova triagem no Distrito Federal para escolher os casais representantes das unidades federativas que estão sem concorrentes. Em novembro, os 27 casais selecionados disputarão o prêmio de Miss e Mister Cadeirante Brasil 2017. Para mais informações sobre o processo, basta enviar um e-mail para contato.ralphsantos@gmail.com ou ligar para (61) 99115-2530.

Final do concurso de Miss e Mister Cadeirante 2017 — Etapa Distrital
Local: JK Shopping — Taguatinga Norte
Data: Segunda-feira
Horário: às 18h

 

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2017/08/05/interna_cidadesdf,615358/elas-venceram-preconceitos-e-hoje-sao-finalistas-do-miss-cadeirante-df.shtml

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Tecnologia Assistiva: Inventor acredita que veículo possa mudar relação dos usuários com outras pessoas

MILÃO — O italiano Mario Vigentini criou uma cadeira de rodas que pode mudar a relação de deficientes com outras pessoas. Elétrica e ergonómica, a Marioway é inspirada no Segway, veículo de transporte elétrico sobre duas rodas. Ela pode ser conduzida sem as mãos e preza pelo conforto do usuário, facilitando tarefas cotidianas, como pedir um café no balcão de uma padaria ou pegar um livro de uma prateleira alta.

Marioway é o resultado de seu trabalho como educador de jovens com deficiências, tanto físicas e mentais. “Tem sido uma aventura incrível”, afirmou. “Eu queria criar um instrumento de integração social”, disse Vigentini, de 45 anos, à AFP, na sede da sua empresa em Bergamo.

O que o levou a inventar essa cadeira foi o desejo de mudar “a atitude das pessoas, cheias de preconceitos”. Segundo ele, algumas pessoas tratam os eficientes como se fossem crianças. Com isso, Vigentini lamenta perceber o quanto a assimetria física afeta as relações sociais.

Para mudar as barreiras, ele pensou em um assento ergonômico, como aqueles usados em muitos países nórdicos e tornaram-se moda em cidades turísticas com o Segway.

“Nove em cada dez pessoas para quem contava minha ideia me olhavam como se eu fosse um extraterreste”, contou.

Mesmo assim seguiu em frente e, em 2012, decidiu participar de um concurso em Nápoles, no sul do país, para inventores, onde configurou entre os finalistas.

Vigentini ressaltou que, em uma cadeira de rodas tradicional, “a pessoa está em uma posição onde todos os ângulos estão fechados e os órgãos do tronco superior estão comprimidos”.No entanto, em sua invenção, ele disse que o oposto acontece. O veículo, como prefere chamá-la, tem algumas “sensores que lêem a posição do corpo” e isto permite a condução.

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A cadeira inovadora também preza pela independência da pessoa, facilitando alguns gestos que antes pareciam impossíveis. Lançada há algumas semanas, a novidade custa 19,3 mil euros (aproximadamente R$ 70,8 mil), um preço ainda bastante alto se comparado a uma cadeira de rodas elétrica, cujo valor é de cerca de 1,5 mil euros (R$ 5,5 mil).

“Estamos fazendo todo o possível para conseguir um preço mais democrático”, afirmou Vigentini, que espera reduzir seu valor para 10 mil euros (R$ 36,7 mil) após a entrada de um parceiro industrial.

Marioway, que viaja a 20 quilômetros por hora e tem um alcance de 30 quilômetros, foi apresentado em junho para os ministros dos Transportes da reunião do G-7 na Itália, a exemplo do futuro da mobilidade.

 

Fonte: https://oglobo.globo.com/sociedade/cadeira-de-rodas-inova-ao-se-adaptar-cotidiano-de-deficientes-21641990 

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Tecnologia Assistiva: Atualmente, o Núcleo de Apoio Pedagógico Dom Bosco, inaugurado em 2010, acolhe alguns serviços ligados à Coordenação de Educação Especial do Acre, como as classes hospitalares e atendimentos domiciliares. No mesmo local, também funciona o Núcleo de Atividades de Altas Habilidades e Superdotação (Naahs).

Já o Centro de Apoio de Surdos e o Centro de Apoio Pedagógico para Deficientes Visuais ainda funcionam em locais distintos. A boa notícia é que com a construção do Núcleo de Educação e Tecnologia Assistiva (Neta), no mesmo terreno onde já funciona o Dom Bosco, todo e qualquer atendimento voltado a pessoas com deficiência será agregado ao local, graças ao investimento de quase R$ 2,5 milhões.

Do total do recurso destinado à obra, R$ 1,7 milhão veio de emenda de Sibá Machado, enquanto deputado federal. Com a conclusão do Neta, a expectativa do governo é ampliar a capacidade de atendimento de oito para 14 mil pessoas em todo o estado.

“Temos contado com o apoio incondicional dos órgãos de saúde, de assistência social e direitos humanos. O Ministério Público também é um grande parceiro para nos ajudar a resolver casos específicos que demandam soluções em conjunto”
Úrsula Maia

Trabalho semelhante na educação especial também tem sido realizado em Cruzeiro do Sul, com o Núcleo de Apoio à Inclusão da região. Assim, já se contabilizam mais de dois mil profissionais nessa modalidade de ensino em todo o estado.

De acordo com a coordenadora Úrsula Maia, a aplicação de novos investimentos na área são mais que uma conquista. “O Estado tem conseguido avançar e prova disso foi a implantação das salas de recurso com o direcionamento de um professor mediador e um assistente educacional, para receber alunos com necessidades específicas no contraturno das aulas. Com isso, tem-se a capacidade de garantir o bom atendimento nos núcleos e também no ensino regular”, frisa.

Inclusão é política pública

Na rede estadual, a política de inclusão se dá de duas formas: com a matrícula de alunos com deficiência para as salas de aula convencionais e também para alunos que necessitam de complementação da carga horária no contraturno. Em 2016, por exemplo, as escolas tiveram o total de 7.914 alunos matriculados nas duas esferas.

Para ampliar a qualidade dos serviços, nos últimos anos os profissionais do ensino regular também participaram de especializações financiadas pelo Ministério da Educação (MEC), além de permanecerem em processo constante de qualificação.

Segundo Úrsula, a parceria intersetorial com os demais órgãos públicos também tem sido fundamental no processo de fortalecimento do trabalho realizado pelo ensino especial.

“Temos contado com o apoio incondicional dos órgãos de saúde, de assistência social e direitos humanos. O Ministério Público também é um grande parceiro para nos ajudar a resolver casos específicos que demandam soluções em conjunto”, finaliza a coordenadora.

Fonte: http://www.agencia.ac.gov.br/nucleo-de-educacao-e-tecnologia-assistiva-mais-uma-conquista-do-ensino-especial/

 

Poucas dezenas dos mais de 58 mil veículos na cidade podem ser usados por pessoas em cadeira de rodas, segundo ação coletiva.

 

Tecnologia Assistiva cobrando seus direitos: O Uber foi processado nesta terça-feira (18) por grupos de direitos de pessoas com deficiência. A alegação é que a companhia viola as leis de direitos humanos de Nova York por não disponibilizar veículos suficientes com acessibilidade a pessoas com deficiência física.

A ação coletiva proposta acusa o Uber de “discriminação generalizada e contínua” porque pessoas em cadeira de rodas podem usar apenas poucas dezenas dos mais de 58 mil veículos na cidade norte-americana.

Tendo em vista a crescente popularidade do Uber, isso “prejudica substancialmente” os benefícios do compromisso prévio da cidade de Nova York de tornar metade dos táxis amarelos acessíveis a cadeiras de rodas até 2020, disse a denúncia.

 

“Os passageiros ou enfrentam grandes esperas ou não conseguem fazer as corridas”, disse em entrevista Rebeca Serei, advogada da entidade Defensores dos Diretos da Deficiência. “A lei de direitos humanos reflete o compromisso do Conselho Municipal com a acessibilidade. O Uber claramente viola essa lei”.

Segundo a denúncia, a empresa oferece corridas acessíveis para cadeirantes apenas no serviço UberWAV, mas menos de 100 carros da frota fornecem o serviço na cidade.

O caso segue processos em Chicago e Washington que acusam o empresa de violar outras leis que protegem os deficientes.

O Uber não respondeu de imediato os pedidos de comentários.

 

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/uber-e-processado-em-nova-york-por-falta-de-carros-para-pessoas-com-deficiencia-fisica.ghtml